terça-feira, 22 de setembro de 2009

ancelmo
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Variações da rotação com o acréscimo de temperatura.

A velocidade de rotação aumenta quando um satélite se aproxima de uma estrela ou um planeta muito quente, como no caso de mercúrio e Vênus, quando eles possuem grande temperatura e radiação. Este acréscimo de temperatura faz com que a velocidade aumenta, a inclinação da rotação e órbita também sofre uma mudança.

A radiação também aumenta, com também a pulsação, magnetismo, sismos, temperatura, movimento da atmosfera para o equador, anéis, discos.

Estes fenômenos são detectados em asteróides, na lua, e satélites de marte.


Os fenômenos da lua de evecção, deformação da órbita da lua e outros fenômenos.


Não a luz ou campo que atua variando a rotação de satélites, meteoros, asteróides, cometas. Mas sim a radiação e temperatura do sol, que faz com os processos físicos sejam alterados.

Existe dois fatores que agem nas variações :

UM PRIMÁRIO que faz parte da origem do astro e de toda sua dinâmica, onde o astro se forma em um meio com pouca rotação e grande translação por ser ainda parte do primário.

A rotação inicia ínfima, vai crescendo conforme se afasta do primário e conforme a sua produção de energia, chega ao seu máximo e volta a diminuir progressivamente.

O fator secundário é quando o astro se afasta do primário, porem ao fazer uma aproximação no ponto mais próximo da elipse a rotação, translação e afastamento, inclinações e excentricidades sofrem uma pequena variação. Isto se confirma com a lua por ser o satélite mais próximo do sol, meteoros, asteróides e cometas quando se aproximam da radiação e altas temperaturas do sol. Pois produz uma ação sobre os processos físicos destes secundários, alterando os seus fenômenos.
Transitoriedade – a realidade e os processos físicos não são nem absolutos, pois se modificam a todo o momento.
E não são relativos, pois eles existem em si mesmos independentes de referenciais
Teoria pulsantica graceliana.
Teoria da extremidade quântica.
Teoria da inconstância quântica na produção de energia.


Os fluxos de produção de energia são variáveis dentro das partículas, e são inconstantes e obedecem a um fluxo de intensidade crescente até um extremo de intensidade e decresce até outro extremo de intensidade mínima.

Mesmo ocorrendo neste limite de fluxo a produção segue uma inconstância, nunca sendo a mesma. Por isto que o elétron pula de uma órbita para outra momentaneamente. Sendo que a fases de maior quantidade de saltos. Isto por que ele se encontra no ápice do extremo de intensidade.

Os saltos também seguem uma inconstância no tempo, momento e espaço.


Temos ai.

1- A inconstância quântica de produção de energia e saltos de elétrons.

2- Fluxos de intensidade de produção de energia.

3- Limite máximo e mínimo de produção de energia dentro de um fluxo.

4- Fases de maior quantidade e intensidade de produção de energia, dentro do fluxo, onde ocorre a maior parte das inconstâncias.

5- extremidade quântica de energia. A produção de energia fica entre dois extremos – um máximo e outro mínimo.

6- a inconstância produz o pulso quântico. Uma partícula apagando e acendendo constantemente.

7- os campos também passam por estes pulsos quânticos, e pulsos de produção de campos.

8- o mesmo acontece com os gases e elétrons durante uma dilatação térmica.
Uma estrela também passa por extremos de produção de energia. Sempre crescendo e aumentando.
Teoria graceliana da totalidade.

TEORIA FÍSICA, COSMOLÓGICA, ASTROFÍSICA E ASTRONÔMICA DA TOTALIDADE.

Esta teoria visa fundamentar a natureza dos fenômenos físicos entre si.

Os fenômenos astronômicos, sua dinâmica, órbitas e variações dependem do mundo físico de processos em que se encontram.

A dinâmica de um astro depende da sua origem.

A sua origem depende da natureza e intensidade de processos físicos do seu produtor – primário.

O cosmo como um todo depende desta natureza, intensidade e variações físicas.

O TUDO DE INTERAÇÃO.
TEORIA GERAL – DA ORIGEM DO UNIVERSO, COSMOFÍSICA, ASTROFÍSICA E ASTRONOMIA.

O processo de formação do universo determina os fenômenos da cosmofisica, onde os astros se formaram e se desintegrarão dando origem a outros menores e com menos energia e processos físicos. Todos estes processos que fazem com que os primários se desintegram progressivamente darão condições a outros nascerem.

E com o nascimento se dará origem a rotação, translação, afastamento e órbitas dos astros.

A COSMOFISICA É OS PROCESSOS FÍSICOS QUE OCORREM NO ESPAÇO ONDE É DETERMINADO O UNIVERSO FÍSICO QUE FORMA O COSMO.

Ou seja, os fenômenos que formam e produzem o cosmo são os mesmo que ocorrem dentro e próximo dos astros e determina os fenômenos da astronomia.
Que são – fusões e fissões nucleares, radiação interna e externa, altas temperatura, produção de campos magnético e gravitacional, altas temperaturas, gases, anéis, discos, discos de anéis e de esferas, asteróides.


A produção de energia e radiação vai produzir a rotação do primário, que vai produzir a translação do secundário. Depois este secundário ao se esferificar e afastar-se e vai dar inicio a sua própria rotação. Que ao formar um secundário vai produzir a sua dinâmica.

COM ISTO SE CONCLUI QUE:

Depende da produção de energia e radiação.
A dinâmica surge com a origem do astro.
A translação e órbita são uma conseqüência da energia, radiação e rotação do primário.
TEORIA FÍSICA E COSMOLÓGICA FENOMENOLÓGICA DE ENERGETICIDADE.
TEORIA FÍSICA DE DUALIDADE E TRIALIDADE.

As teorias gracelianas não se fundamentam em espaço, tempo, referenciais, dimensões, conservação de energia, inércia e repouso. Espaço curvo, cordas, teoria M, teoria de onze dimensões, antimatéria, matéria escura. Big bang. Expansão.

Mas sim, com espaço denso com que todas as partículas, matéria e energia são produzidas.

Todo mundo físico é composto de espaço denso.


E a produção de energia, que foi produzida pela compressão do espaço denso na forma de matéria, produz os campos, a temperatura, as fusões, fissões, saltos quântico, estado excitado, movimento dos elétrons, dos gases, dinâmica dos astros e do próprio cosmo. E evolução e mudanças químicas e cosmológicas. Dilatação térmica.

A unidade se fundamenta numa dualidade – espaço denso e energia. Que é produzida pelo próprio espaço denso. E a dualidade se transforma numa trialidade. Pois o que rege toda esta engrenagem, esta harmonia e ordem cósmica e fenomenológica só podem ser um poder superior que é o divino.

O universo se origina de uma contração do espaço denso que produz a matéria e o cosmo. E não de um big bang.

Todos os campos possuem as mesmas propriedades, o mesmo acontece com as partículas.

Parte deste trabalho já foi publicado na gug – unificação graceliana.


FISICA TEORIA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA POR INTERAÇÕES E ENERGETICIDADE.

Onde unifica a física, fenômenos nucleares, decaimentos de enrgia, radiação, produção de luz , calor temperatura, radiação, produção de campos, ação magnética dos astros, formação de astros e desintegração.

Assim, se tem a física, química[ produção e evolução dos elementos químicos], formação e desintegração dos astros, fluxos cósmicos de produção e desintegração através de interações e eneregeticidade.

Física,
Química,
Astronomia,
Cosmologia.


A UNIFICAÇÃO DE CAMPOS PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA.

Todos os campos incluindo o fotônico, o do espaço denso possuem cargas positivas e negativas, direcionam tudo para o equador, dos pólos para o equador.

Tem alcance finito e diminui conforme a fonte que o produziu. Ou seja, decresce a sua intensidade progressivamente. E é finito.

O campo gravitacional também tem ação impulsora e não só de atração. Isto se confirma na evaporação das moléculas de água quando sobe para o espaço. E quando se junta de novo desce em forma de chuva. Logo tem as duas ações.

Alem de ter também a ação magnética de direcionar tudo para o equador dos astros.


E é um campo de intensidade forte, só é visto como fraco porque quando medido, é medido longe da onde está sendo produzido. Pois, o campo gravitacional tem a sua intensidade de produção onde ocorre a maior intensidade de produção de energia. No caso no núcleo do astro.

E o que produz os campos não são as partículas, mas a produção de energia, por isto que no núcleo dos astros ocorrem a produção de campo gravitacional e magnético do mesmo astro.

Em torno de um fóton de luz se tem um campo com todas as características de um campo gravitacional em torno de um astro. Pois o que produz os campos não são partículas mas a produção de energia que produz as partículas, sua temperatura, radiação, atração e impulsão, e campos.