TEORIA DO UNIVERSO GRACELIANO.
O universo é único, mas se apresenta em varias fases e estágios de estruturação.
Que ocorre a partir da contração do espaço denso. Até formar a matéria e os astros.
Depois passam a fase de fluxos de desintegração e reintegração.
Não há um inicio único, há vários inícios, por isto se tem varias galáxias, aglomerados só de nuvens de gases, outros filamentos de espaço denso, outros com estrelas, e esferas.
Em cada ponto do espaço tem filamentos de espaço denso, que tem por natureza se aglutinar e produzir uma pressão interna.
Enquanto em alguns lugares esta material se transforma em matéria por compressão, e consequentemente em energia e interações de energia, passa a produzir temperatura, radiação e campo.
A aglutinação continua com a ação de compressão do espaço denso.
Todo este material se encontra no espaço que vai vagarosamente se aglutinando, formando matéria, onde começa a surgir os primeiros corpos astronômicos, com densidade rarefeita, densidade ínfima, que vai aumentando a densidade, formando os primeiros astros, já em estado esféricos pela compressão do espaço denso.
Enquanto outros vão se formando em volta, temos o surgimento das galáxias.
O universo inicia de fora para dentro pela compressão do espaço denso, e não de dentro para fora.
Não existe isto de estado de vácuo, que o leva a inflar. Numa época inflacionaria.
As forças são uma consequência e causa da produção da energia, e nada tem haver com as mudanças e dinâmica e fluxos do cosmo.
O que rege este fluxo é a compressão do espaço denso e atmosfísica, e a desintegração pela ação das fusões e fissões, e altas temperaturas e radiação.
As partículas na verdade é uma só, ou melhor, as partículas não são partículas. Mas espaço denso comprimido.
A dinâmica dos astros é uma consequência da produção de energia, altas temperaturas e radiação.
O tempo não existe como coisa em si neste universo.
O espaço não é um vazio, não é um vácuo. O espaço tem densidade e desta densidade que a matéria começa a ser formada, onde vai continuar a aglutinação pela compressão da própria densidade do espaço. Aonde vai se formar as partículas, a energia e os astros.
Uma das provas é que a matéria é infinitamente divisível, ou seja, são imensas filamentos de densidade de espaço para formar uma só partícula.
Ou seja, toda partícula na verdade é uma só na sua essência e natureza de ser. Que é ser filamentos de espaço denso. Temos aí uma nova teoria de unificação das partículas, energia, matéria e astros. E o espaço denso igual a matéria.
UG = ED+COMPRESSÃO = PARTÍCULA = MATÉRIA = ENERGIA.
UG = unificação graceliana.
ED = espaço denso.
Temos a consciência de que para que haja fogo tem que o oxigênio ser queimado.
E como os fótons de luz e de calor que atravessa o espaço e chega até à terra. O que ele queima para manter esta temperatura, e porque ela não se apaga durante todo este percurso.
OU SEJA, NO ESPAÇO EXISTEM MUITOS ELEMENTOS QUÍMICOS OU A PRÓPRIA DENSIDADE DO ESPAÇO PRODUZ ESTA CHAMA ACESA. ENQUANTO ISTO, O CALOR DO SOL CONTINUA CHEGANDO ATÉ NÓS.
A ENERGIA É UMA CONSEQUÊNCIA DO ESTÁGIO DE AGLUTINAÇÃO DO ESPAÇO DENSO.
ED + AGLUTINAÇÃO = MATÉIRA.
ESPAÇO DENSO + AGLUTINAÇÃO = ENERGIA.
Enquanto num ponto se encontra num estágio mais avançado, em outro já se encontra em estágio final, enquanto está no início.
Temos aí a origem da matéria, das partículas, dos campos, dos astros e sua esferificação, seus fluxos e mudanças.
Não existe isto de simetria no universo, o que existe são estágios de um aglomerado para outro.
Os átomos surgem pela compressão do espaço denso.
O universo não surgiu em um só momento, mas enquanto ele se encontra em estágio final num ponto, em outro ele está no meio, ou no início. Ou vários estágios em um só lugar.
Logo, a matéria não é obra de um só momento, mas uma produção constante de mudança e variação.
Não existe um equilíbrio térmico, o que existe são fluxos de produção de energia e fluxos de estágios de energia e da matéria.
Não são os processos nucleares que produziram e deram origem a matéria, mas a compressão do espaço denso.
O universo no seu inicio não veio de um estágio muito quente, para um mais frio. Mas sim de um estágio nem quente e nem frio do espaço denso. Formando a matéria e a produção de energia, e com a imensa aglutinação a temperatura aumentou internamente. Produzindo a radiação. Voltando a esfriar enquanto se desintegra. Mas obedece a um fluxo.
Enquanto chega a cinco mil graus Celsius dentro de uma estrela, fora fica na média de dez graus Celsius negativos no espaço.
Ou seja, o universo surge de uma situação de temperatura negativa, para uma situação de temperatura positiva e de grandes intensidades. Isto se deve ao processo de aglutinação. Onde se origina a matéria e produção de energia. E que a produção de energia origina a temperatura e os campos.
Ou seja, o átomo não surge de uma fornalha, mas sim de uma compressão.
E AS GALÁXIAS E ESTRELAS SÃO UMA CONSEQUÊNCIA DESTA AGLUTINAÇÃO, QUE LEVA A UM AQUECIMENTO E PRODUÇÃO DE ENERGIA E TEMPERATURA. OU SEJA, GALÁXIAS E ESTRELAS SURGEM DE UMA AGLUTINAÇÃO E UM AQUECIMENTO DO UNIVERSO. E NÃO DE UM ESFRIAMENTO.
Do contrário o que levaria o universo a ser tão quente, para esfriar e dar origem às estrelas e galáxias.
Ou seja, o que ocorre é o contrário. O universo inicia frio e aumenta a sua temperatura pela aglutinação do espaço denso. Dando condições de surgir a matéria, energia, temperatura, campos, galáxias, estrelas, partículas, e a atmosfísica.
Logo, o universo não é obra de um só momento.
Ele causa de uma compressão. E não de uma inflação.
Inicia frio para quente. E não de quente para frio.
Na termodinâmica se confirma que tudo que se comprime aumenta a temperatura, e toda temperatura alta produz radiação.
Temos o universo com uma só origem pelo espaço denso e depois de nascido vai se transformando por fluxos.
UNIVERSO DE FLUXOS. E ESFERIFICAÇÃO.
O universo a partir da matéria e energia passa a se processar em fluxos de aglutinação pela compressão do espaço denso e pressão atmosférica, por isto que os astros são esféricos, e não retangulares ou ovais.
E voltam a se desintegrarem pela ação da temperatura, radiação e grande produção de energia.
Enquanto a matéria evolui e se modifica. Quando se formam os núcleos, átomos.
O Sol surge na condição de estrela, que é de compressão primária. E da sua grande temperatura inicia a radiação. Onde com este material da radiação começa a surgir os planetas, dos planetas os satélites e cometas. Iniciasse a o fluxo cósmico. De desintegração e aglutinação.
A matéria se modifica e evolui. Com o poder do criador é possível ser instalado nesta matéria a vida e vitalidade.
Surgem as plantas com grande produção de oxigênio. Que passa a ser o combustível para o surgimento da vida.
SURGE O CARBONO, OXIGÊNIO, HIDROGÊNIO E NITROGÊNIO.
Os elementos vão se modificando e dando condições ao surgimento da vida.
Porem o elemento principal para a vida é o carbono, juntamente com o hidrogênio e o oxigênio.
A vida surgiu não na forma de células. Mas de aglomerados químico de vários elementos com grande pressão externa sobre estes aglomerados, que estas grandes pressões só existem nas fossas oceânicas.
Estes vários elementos químicos aglutinados formaram um só corpo, e passou a modificar internamente aqueles elementos mais internos do aglomerado. E passou a produzir energia com esta modificação. Temos aí o um processo físico e químico.
Com o tempo foi produzido varias e ínfimas saídas destes elementos modificados, seria como o excremento das reações internas dos aglomerados.
Estas portas de saídas passaram a ter dupla finalidade. A saída do material modificado e com pouca energia, e a entrada de elementos novos e com mais energia, para a produção de novos processamentos com este material com mais energia.
Encontramos nos corais situações como estas e seres em forma de bastão com ínfimas e infinitas entradas e saídas.
Ou seja, a vida surge de um processamento físico e químico e de modificações químicas.
E estas modificações químicas e processos físicos, e metabolizações, e produção de energia pelos ribossomos acontecem até hoje.
Estes aglomerados primários das fossas oceânicas se formavam em grandes quantidades de cálcio.
Com o tempo estes seres foram se modificando e aumentando a sua capacidade de modificação química e processos de energia. E foram migrando para áreas com menos pressões oceânicas, enquanto aumentavam as suas potencialidades internas de produção de energia e capacidade interna para modificação química.
Desta situação surgiu os corais, depois águas-vivas, liquens, vegetais e depois os animais.
Ou seja, a vida não surgiu de uma célula, mas de aglomerados químicos por pressão oceânica, modificação química, produção de energia e processos físicos.
Assim, a vida surgiu de varias situações e processos físicos e químicos.
Os corais, vegetais, animais continuam até hoje realizando modificações químicas, processos físicos e produção de energia.
O ser quando nasce de um óvulo, é porque ali tem uma condição propícia para o nascimento e desenvolvimento daquele novo ser.
E aquele novo ser que se forma tem uma grande quantidade de elementos e de energia a sua disposição para aquele nascimento e desenvolvimento.
Este novo ser tem condições vitais para sobreviver e produzir novos elementos e processos por um bom tempo. Quando termina estas condições vitais este ser diminui os seus processos de produção de energia, e passa a envelhecer até morrer.
Uma das causas principais do envelhecimento e morte é o próprio oxigênio. Que sem outros elementos e modificações químicas, e metabolizações o ser enfraquece e o oxigênio passa a ser um veneno para o funcionamento vital do ser.
Uma das funções primordiais da vitalidade é a produção de hormônios.
Para garantir a existência do ser o divino deu condições para que houvesse a reprodução e do desenvolvimento das funções vitais e modificações químicas.
A MENTE COMO RESULTADO DE UM RECONHECIMENTO FUNCIONAL DOS NEURÔNIOS.
A mente, os sentidos são reconhecimento pelo próprio ser do que está acontecendo dentro do mesmo. Para isto foi desenvolvido funções e reconhecimento na forma de registro do que os neurônios estão processando num ritmo, produção de energia e modificação química.
Conforme, o ritmo de funcionamento dos neurônios, juntamente com a intensidade de produção de energia e modificação química temos um tipo de pensamento, lembrança, emoção, funcionamento psíquico ou distúrbio neurótico.
Por isto que algumas drogas tem função sobre os neurônios num tratamento psicótico.
E a mente é um reconhecimento vital do tipo e característica do funcionamento dos neurônios.
É como quando sentimos a batida do coração, ou a circulação sanguínea. Só que no caso dos neurônios na produção da mente, a vitalidade levou milênios no desenvolvimento de todo sistema e de seu reconhecimento.
Enquanto desenvolvia o sistema de modificação química, produção de energia, processos físicos e químicos, ritmos dos fluxos de batidas e intensidades da produção de energia. Também produzia um sistema de reconhecimento pelo próprio neurônio de todo seu funcionamento, transformando tudo isto numa engrenagem mental, psíquica, inconsciente, de pensamento, de memória, emoções, e outros.
Ou seja, a mente é o reconhecimento pelos neurônios das variações do seu funcionamento.
CONFIRMAMOS NESTE PONTO QUE TUDO QUE ACONTECE, NÃO ACONTECE AO ACASO E TEM UM PODER, UM REGENTE POR TRÁS DISTO TUDO. QUE É O DIVINO. Pois a matéria sozinha não teria uma inteligência para construir um sistema funcional, metabólico e reprodutivo para manter e desenvolver a vida e sua reprodução.
Muito menos de produzir um sistema de reconhecimento funcional do que está acontecendo dentro de si.
Ou seja, estamos diante de um propósito superior à matéria, à vida e à mente. E este propósito é do divino.
Estamos diante de uma teoria da vida, da produção da mente.
E uma teoria do conhecimento. O conhecimento que se faz de si mesmo na forma vital de reconhecimento do funcionamento e produção de energia dos neurônios.
O UNIVERSO É UMA CONSTANTE E INFINTA PRODUÇÃO DE PARTÍCULAS E MATÉRIA PELA AGLUTINAÇÃO DE ESPAÇO DENSO. E UMA CONSTANTE E INFINTA DESINTEGRAÇÃO DE MATÉRIA E ENERGIA.
Logo, o universo não tem sua origem num só momento, como numa flutuação quântica ou de um big bang.
Como também a energia não se conserva. Ela é produzida pelo espaço denso, enquanto em outros pontos ela se desintegra. Logo, não existe a mesma energia do universo para sempre. Umas são produzidas enquanto outras se desintegram.
“No Universo Tudo É Produzido, Vive, Se Transforma E Se Desintegra”
Ancelmo Luiz graceli.
O universo está em um afastamento infimo, isto pode se comparado com experiência entre a terra e o sol. A terra se encontra num afastamento de menos de um metro por ano, em relação ao sol.
“ver teoria do universo fluxonário estruturante”.
SOBRE A DIMINUIÇÃO DO AFASTAMENTO DO UNIVERSO.
O que é observado e que nesta observação é constatado uma diminuição em relação a uma suposta expansâo, é a rotação e translação do universo. Pois a sua energia diminui, quando produz uma diminuição da dinâmica do cosmo.
Esta parte do universo tenderá a quase um repouso com o passar dos tempos e pela desintegração de energia.
Enquanto em outras partes o universo em fase estruturante implime grandes dinâmicas e afastamentos pequeno.
Os universos são livres. Sem limites, não são curvos e nem chatos, são abertos e não são fechados.
OS UNIVERSOS PODEM SER. Fases.
Só de espaço denso – fase de gestação. Sem formato.
Espaço denso, partículas e gases – infância. Sem formato definido.
Gases e estrelas – jovem – sem formato e as estrelas se direcionando para um formato de discos. Pelos campos magnéticos que elas mesmo produzem.
Estrelas e planetas e satélites – meia idade – formato chato pelo efeito magnético na origem dos secundários. As estrelas produzem os planetas, e os planetas os satélites.
Estrelas, planetas e satélites – fase já envelhecida – de formato chato inicia a fase das irregularidades, e as inclinações aumentam produzindo um sentido para um formato redondo.
O espaço denso produz as partículas, que produz os gases, e estes as estrelas, e estes a energia e o magnetismo e a radiação. Que produz os planetas e estes os satélites.
GÊNESE GRACELIANA.
O espaço denso produz a matéria, por isto que todos os átomos encontrados possuem as mesmas características.
Assim temos a unidade da matéria. Pois todas as partículas possuem características idênticas, variando o grau de intensidade de interações em que ela foi encontrada.
Assim, temos um universo infinito no tempo de origem, e infinito no espaço, pois enquanto um se estrutura e inicia em um ponto, outro já se encontra em desintegração.
Ou seja, os universos possuem fases e intensidade de produção e de desintegração.
A UNIDADE TOTAL E A HARMONIA CÓSMICA, E O DIVINO REGENDO O COSMO E A ESTRUTURA FUNCIONAL DA VIDA E DA MENTE.
O cosmo produz as partículas, as interações de energia pela compressão são produzidas a energia, a temperatura, os campos, os saltos quânticos, o estado excitado das partículas, spin, as dinâmicas, a evolução e mudanças químicas. E outros fenômenos.
Temos aí uma teoria de que o macro produz o micro [ o espaço denso produz as partículas], e o macro e micro desenvolvem a vida e fenômenos do universo nas suas formas micros e macros.
Assim, nesta interação de origem, produção e desintegração temos uma unificação entre o macro e o micro, e as mudanças e evolução química.
Onde se tem uma só unidade entre a física, a astronomia, cosmologia e a química. Incluindo a biologia e fenômenos sensoriais.
É bom ressaltar que toda esta unidade tem uma origem pelo poder divino. Pois só o espaço denso ou a matéria, ou a produção de energia não poderia ser possível de construir uma harmonia cósmica como encontramos. Onde um planeta se produz vagarosamente enquanto se afasta no mesmo ritmo, para dar lugar a outro que já está em formação.
E a produção da vida. O universo sozinho não seria capaz de projetar e desenvolver uma estrutura funcional tão completa e complexa quanto a vida.
Temos mais uma forma de ver uma teoria do conhecimento.
Que é a vida como produção divina da harmonia cósmica e produção da funcionalidade da complexidade da vida.
Pois, na vida, se têm canais, proteínas, células, ribossomos, órgãos, hormônios, genes, sistema de reprodução, etc.
A vida por si só e como puro ser é um sistema inteligente e que produz o seu próprio conhecimento sobre si mesmo e como funciona e como pode se modificar. Nisto tudo vemos que o espaço denso ou a matéria não seria capaz de tamanha engenharia funcional numa perfeita realização.
OS CINCOS PODER-FENÔMENO ESSÊNCIAS E FUNDAMENTAIS DO COSMO.
E SEUS ELEMENTOS PRIMORDIAIS E CAUSAS FUNDAMENTAIS.
1- Os fenômenos físicos, químicos, cósmicos e biológicos possuem um só elemento primordial que é o espaço denso, que produz a matéria por aglutinação. E uma só causa que é o fenômeno de interações de energia.
2- A vida possui um elemento primordial estruturador do corpo que é o espaço denso, e três causas fundamentais – o poder divino, o poder vital e as interações de energia que produz a energia do corpo.
3- A mente possui o fenômeno de interações de energia como elemento primordial que produz a percepção pelos neurônios, e tem três causas fundamentais. O poder divino, o poder vital e sensibilidade e potencialidade de percepção vital.
4- O espírito não tem um elemento primordial e tem uma causa de origem. Nasce com a gestação, se desenvolve durante a vida, e prolonga sua existência após a morte vital.
Causa primordial – o poder divino e vital.
Não tem densidade, mas pode ser visto e sentido.
5- O divino não tem densidade, forma e dimensão. É intranscendente em si. É o absoluto puro ser.
O tempo não existe como ser em si. E o espaço é uma faculdade da natureza das coisas.
TRIALIDADE FUNDAMENTAIS DO COSMO.
De poder. - O poder divino é o iniciador e regedor dos fenômenos.
De estrutura, densidade e dimensão. - O espaço denso é a essência primordial que produz a matéria e dá forma e estrutura aos fenômenos.
De causa primordial. - As interações de energia são as causas de origem primordial e fundamental dos fenômenos.
Ou seja, o cosmo não tem uma unidade como origem, estrutura e causa, mas uma trialidade.
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